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16.01.2020

Perda Auditiva: Entenda os 5 níveis do problema

Se você já passou por um momento de perda sabe o quanto isso pode causar um transtorno. E quando envolve alguma função do nosso corpo fica ainda mais difícil lidar com a situação.

Existe um problema que tem se tornado muito comum, não apenas em idosos, como também em jovens e crianças. Seja por questões genéticas ou de estilo de vida, a perda auditiva é ruim em qualquer idade.

Nesse post você poderá entender como é lidar com essa incapacidade bem como todos os níveis existentes.

O que sabemos sobre perda auditiva?

A perda auditiva é uma incapacidade total ou parcial que o indivíduo apresenta em relação à capacidade de perceber os sons, sejam eles ambientais ou durante uma conversação. Ela pode ter sua causa relacionada à diversos fatores, como o avanço da idade (processo natural do envelhecimento), pela exposição a ruídos intensos por longo tempo, infecções otológicas, traumas, tumores, fatores genéticos, entre outros.

Segundo dados do IBGE 2010, podemos perceber:

  • O Brasil apresenta cerca de 12 milhões de pessoas com alguma dificuldade auditiva;
  • Cerca de 1,5 milhões são jovens e crianças;
  • O número de idosos está aumentando quase 100%.

Para um bom diagnóstico e tratamento em tempo adequado é necessário procurar especialistas como o médico Otorrinolaringologista e o Fonoaudiólogo. Por meio de exames específicos é possível identificar o grau, tipo e região mais comprometida da audição e dessa forma indicar a solução auditiva mais adequada.

Níveis de perda auditiva

O grau da perda auditiva está relacionado com a habilidade de ouvir a fala. Existem diversas classificações para caracterizar o grau das perdas auditivas. É necessário realizar exame de audiometria e avaliação de um profissional habilitado. Esse profissional conseguirá identificar, por meio de cálculos e análises, o grau de perda encontrado nos resultados do exame.

Entenda, a seguir, todos os níveis da perda auditiva.

Grau leve

Geralmente uma dificuldade quase sutil, de difícil percepção do indivíduo. Nesses casos, há sinais de dificuldade com a fala fraca ou distante. De acordo com estudos recentes e pesquisas, as intervenções com soluções auditivas já são indicadas a partir dessa fase para manutenção de estimulação central.

Grau moderado

Nesse estágio, o indivíduo já começa a sentir alguma dificuldade de percepção dos sons ambientais e com fala em nível de conversação. Em ambientes mais desafiadores fica mais difícil a compreensão, existe um esforço maior para entender os sons ao redor e muitos aspectos emocionais começam a afetar o indivíduo, como medo, insegurança, frustração e até raiva. Nessa fase muitos buscam informações sobre sua dificuldade.

Grau severo

Nessa fase, há dificuldade extrema em conversação até mesmo em ambientes sem competição sonora. É preciso uma comunicação de fala intensa; entende somente fala gritada ou amplificada. Essa fase pode gerar sérios comprometimentos em processamento auditivo central devido à diminuição de estimulação sensorial necessária para manutenção de atividade neural auditiva.

Grau profundo

O indivíduo pode não entender nem a fala amplificada. Depende da leitura labial e apresenta percepção somente de resíduo auditivo de sons ambientais de alta amplificação.

Perda auditiva total 

O indivíduo não percebe nenhum som.

Se você apresenta alguma dificuldade auditiva procure um especialista imediatamente. Cuide da sua audição agora!

Fonoaudióloga Kênia Araújo

CRFa 6-9490

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